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METADE DO CÉU   NICHOLAS D. KRISTOF , SHERYL WUDUNN
 
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Metade do Céu mostra um retrato do século XXI, que é desconhecido pela maioria da população mundial. A obra é fruto do trabalho dos jornalistas do The New York Times, Nicholas D. Kristof e Sheryl Wudunn. O casal percorreu os continentes da Ásia, África e América Latina em busca do relato de mulheres que concordaram em descrever experiências íntimas e assustadoras, arriscando serem punidas pelas autoridades de seus países. Elas concordaram em falar pois queriam ajudar combate opressão. O livro traz histórias de meninas e mulheres que conseguiram obter sucesso na vida, apesar de terem sofrido com o tráfico sexual, com a mutilação genital ou com a completa discriminação. Mostra, também, que por meio de pequenos esforços e mudanças é possível lutar contra a escravidão moderna. Um dos relatos é o das jovens Neth e Momm que tiveram suas vidas roubadas pelo tráfico, mas foram resgatadas pelos jornalistas em parceria com o American Assistance for Cambodia. Compradas dos bordéis onde trabalhavam, Neth e Momm foram devolvidas às suas famílias. As jovens ainda precisam superar o preconceito, viver com a angústia dos dias em que ficaram presas nos bordéis e lidar, muitas vezes, com o vício – já que os cafetões costumam viciá-las em metanfetaminas. Outro relato é o de Suad Ahmed, de 25 anos, moradora de Darfur. Os autores a conheceram em um campo de refugiados no Chade, cercado por milícias janjaweed. Suad havia saído com sua irmã mais nova, Halima, para juntar lenha, quando viu os janjaweed correndo em sua direção. Ela pediu a Halima que corresse de volta ao campo e, depois, corajosamente, distraiu os homens, correndo na direção oposta para que Halima pudesse escapar. Os janjaweed perseguiram Suad, a espancaram e oito deles a estupraram. Quando perguntaram o porquê tornaria pública a sua história, ela respondeu: “Esse é o único modo como posso lutar contra os janjaweed, contando o que aconteceu comigo e dizendo meu nome.” Em Metade do Céu, Nicholas D. Kristof e Sheryl WuDunn defendem o investimento na saúde, na educação e na autonomia das mulheres no mundo, para que dessa forma elas possam se proteger e participar da força de trabalho de seus países. Estudos provam que quando as mulheres têm uma vida melhor, elas apostam na educação de seus filhos, quebrando o ciclo de violência e pobreza. O Brasil é citado em alguns momentos, como na página 35, no capítulo “Emancipando as escravas do século XXI”. No entanto, não é um exagero dizer que milhões de mulheres e moças são realmente escravizadas (a maior diferença em relação aos escravos do século XIX é que muitas morrem de AIDS com 20 e poucos anos). O termo geralmente usado para esse fenômeno, ‘tráfico de sexo’, é enganoso. O problema não é o sexo, nem a prostituição por si só. Em muitos países — China, Brasil e grande parte da África subsaariana —, a prostituição é disseminada, mas em geral é voluntária (no sentido de que é impulsionada por pressão econômica, e não por meios físicos). Nesses lugares, os bordéis não trancam as mulheres e muitas delas trabalham sozinhas. E o problema também não é exatamente o ‘tráfico’, pois a prostituição forçada nem sempre depende de que uma moça seja transportada por uma grande distância por um intermediário. O horror do tráfico sexual pode ser mais adequadamente chamado de ‘escravidão’. A TV Globo também é citada no Capítulo 14, “Um estudo realizado por uma economista italiana do desenvolvimento, Eliana La Ferrara, examinou o impacto de uma rede de televisão, Rede Globo, conforme ela se expandia no Brasil. A Globo é famosa por suas novelas, que têm um público enorme e apaixonado e cujos personagens principais são mulheres com poucos filhos. A pesquisadora descobriu que, quando a Rede Globo chegava a uma nova área no Brasil, nos anos seguintes havia menos nascimentos ali — especialmente entre as mulheres de status socioeconômico mais baixo e as que já estavam avançadas em seus anos reprodutivos. O que sugeria que elas haviam decidido parar de ter filhos, imitando as personagens das novelas que admiravam.” Quando Metade do Céu foi lançado nos Estado Unidos, personalidades de Hollywood como Angelina Jolie e George Clooney se associaram à causa e deram voz ao movimento. “Estas histórias nos mostram o poder e a resistência de mulheres que teriam todas as razões para desistir, mas nunca desistem. Elas serão uma inspiração para todos que lerem este livro, e um modelo para os que lutam por justiça em todo o mundo. Você não vai conseguir parar de ler este livro” – Angelina Jolie “Parece-me impossível não agir depois de ler Metade do Céu. Este livro mostra aquilo que nos é necessário conhecer: o testemunho em primeira mão da violência pura que a humanidade perpetra sobre si mesma.” George Clooney


 
ISBN:  978-85-7679-505-6
Tradução:  Sonia Augusto
Páginas:  328
Formato:  23 x 16 cm
Peso:  0,545 Kg
Acabamento:  Brochura
Por: R$  39,90
Disponibilidade:  26/08/2011  (saiba mais)

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